honey23pepper:

Shirtles Darren :)

(via darrensheart)

21/Sep/14 - 10:49 Hours - Reblog - With 18 notes

@DarrenCriss: So I may have to deal with a few unflattering shirtless pictures surfacing, but whatever it’s a fair trade for rockin that sweet water slide

(Source: darrensblaines, via darrensheart)

21/Sep/14 - 10:46 Hours - Reblog - With 661 notes

insp; + insp;

(Source: peetamellarkthebaker, via josheetahutchark)

21/Sep/14 - 10:46 Hours - Reblog - With 14238 notes

hisandherquotes:

everything you love is here

(via wonderfulsenses)

21/Sep/14 - 10:45 Hours - Reblog - With 14379 notes

Darren Criss speaks Onstage During The 2014 iHeartRadio Music Festival Village On September 20, 2014 In Las Vegas, Nevada.

(Source: girl-starlight, via darrensheart)

21/Sep/14 - 10:45 Hours - Reblog - With 106 notes

Photos of Darren 88 of ?

(via darrensheart)

21/Sep/14 - 10:45 Hours - Reblog - With 173 notes

Lea Michele and Matthew Paetz out in Malibu on September 20, 2014

(Source: paetzchele, via gleespoilers)

21/Sep/14 - 10:44 Hours - Reblog - With 82 notes

hisandherquotes:

everything you love is here

(via wonderfulsenses)

21/Sep/14 - 10:44 Hours - Reblog - With 1572 notes

Vejo-me tão dependente de tudo hoje, ou melhor, de todos. Eu acho que sou viciada em pessoas. Nas boas, óbvio. Gosto tanto de estar rodeada por gente que eu gosto, e gente que faz com que eu me sinta realmente acompanhada na companhia de alguém. Não posso falar que só consegui isso agora, eu sempre contei com pessoas muito especiais pra mim, mas hoje, acompanhando um mar de pessoas detestáveis a meu ver, que só me causam sentimentos negativos, me vejo em meio a muitas, que eu agradeço ao mundo e a Deus por ele ter dado uma chacoalhada e as ter colocado bem no meu caminho. E o movimento é esse. Um chacoalhão, da mesma maneira que você sacode um globo de neve. Aparentemente, ele pode ser imperceptível, mas no momento em que você o sacode, e os grãozinhos de “neve” aparecem no globo, ele se torna tão chamativo e você fica viciado, louco por mais. Acredito que isso aconteça conosco, que até ontem, você mal conheça muitos dos que te cercam, mas um dia, você para pra prestar atenção e algo te fascina. Se você for atingido por algo assim, nem tente voltar atrás. Você já foi fisgado. Com o tempo e cada vez mais observações, torna-se um vício, sempre procurar e querer saber mais. E então, você faz de tudo pra se aproximar, pra ser notado, pra que por alguma razão, você consiga fascinar essas pessoas do modo como elas te fascinam. E, BINGO. Tem aquelas que você consegue fascinar. E então, o sentimento do fascínio se transforma em afeto. Bendito seja o afeto. A maneira como essas pessoas fazem eu me sentir, parece ser mais forte do que a maneira com que aqueles que lido a muito tempo. A vontade de impressionar, de estar sempre junto, de conhecer tudo, cada detalhe, deixa a jornada mais emocionante. E quando você conhece e gosta, não quer mais voltar atrás. Não consegue mais. GRAÇAS A DEUS. E quando eu observo de longe ou paro pra pensar na rodinha, eu agradeço pela chance de ter conhecido pessoas que mexem comigo dessa maneira, e vejo como tenho sorte, e em quantas pessoas não tem ninguém que seja cem por cento verdadeiro ou vá te apoiar sempre. E ai vem essas pessoas, e mostram como tudo pode ser melhor se tiver alguém em quem confiar, e alguém pra trocar algumas palavras no fim do dia. É tudo tão mágico e fantástico. E aqui estou eu, dependente de novo, dependente de palavras, sorrisos, gestos, de pessoas inteiras e completas. Aquelas nas quais se confia, se ama e não se vê mais sem, aquelas que nós acolhemos quando elas pousam de paraquedas na porta de nossas casas numa noite fria. E ai eu agradeço a existência dos paraquedas e das noites frias.

Isabel Fortunato 

16/07/2014

16/Sep/14 - 21:35 Hours - Reblog - With 1 notes

O salão parecia muito maior agora que me encontrava sozinha, em meio a tantas pessoas, desconhecidas e portando tais máscaras. Por um instante senti medo, mas então percebi que não era medo, mas sim uma sensação nova. Nunca havia ficado só, perto de tantas pessoas que eu desconhecia. Primeiro, meu pai. Agora, Antony, meu marido. Eu estava sempre rodeada, observada. Mas não hoje. O baile estava cheio e agora que Antony havia saído para cumprimentar alguns duques e cavalheiros importantes, eu me via livre.

Decidi então, pegar uma taça de champanhe, mas andar em meio à multidão, com um vestido de mais de vinte quilos não era uma tarefa fácil. As pessoas dançavam, e eu apenas pensava em como deviam estar se divertindo, enquanto eu as observava, e sorria para cada homem que meu marido me forçava a conhecer. Casais dançando, bebendo. Então retomo a ideia de pegar o champanhe. Ando até avistar um serviçal portando uma bandeja com taças. Escolho uma e faço um sinal de agradecimento com a cabeça.

Quando volto a cabeça para a posição normal, avisto um cavalheiro que eu ainda não havia notado. Ele usa uma máscara pequena, escura, sem muitos entalhes. Os cabelos não chegam aos ombros, mas são voltados para trás, de cor escura. Consigo ver seus olhos apesar da máscara, e vejo como possuem uma linda tonalidade de verde, que faz com que eu perca mais tempo com eles do que o planejado, e quando consigo desviar o olhar destes, percebo que ele me encara de volta. Desvio. Mas quando retomo, ele ainda mantém os grandes olhos verdes em mim. Sua boca não se mexe, apenas fica entreaberta, exibindo seus belos lábios carnosos. Sua aparência me hipnotiza, e a maneira como olha para mim, é completamente diferente da qual qualquer outro já olhou.

Levo a taça aos lábios, ainda com os olhos no homem sedutor que chama tanto minha atenção, e então dou alguns passos para o lado oposto de onde ele se encontra, tentando desviar qualquer contato visual ou corporal que antes tínhamos ou podíamos ter. Observo o salão, procurando Antony sem querer encontra-lo. Adorava a nova sensação. Da liberdade. Do flerte. Distraída, ando mais um pouco. E então, sinto um leve esbarrar em meu ombro direito. Viro-me, e me deparo com o cavalheiro. Um pouco mais próximo do que uma distância confortável. Ele olha em meus olhos. Oh, aqueles lindos olhos verdes. Pega minha mão com tamanha delicadeza, se curva, e a beija. Seu toque faz meu corpo formigar, e o beijo, meu coração disparar. Ele ergue a cabeça novamente, sem soltar a minha mão. E com a outra, pega a taça que eu havia esquecido completamente, e a coloca sobre uma mesa próxima de nós.

Sem desviar o olhar, ele puxa-me para mais perto de onde a maioria dos casais dança. E começa então, a adequar seus movimentos ao ritmo da música. Vejo-me obrigada a acompanhá-lo, apesar de não achar isso nada ruim. Nossas mãos se alternam, e cada vez que o toco, meu corpo estremece, como se um raio atingisse meus dedos e se espalhasse por todo meu corpo. Nossos olhares ainda estão conectados, e eu não quero ter que tirar meus olhos dos dele tão cedo. Nossos movimentos estão em perfeita sintonia, quando me dou conta da minha situação.

Sou casada. Estou nesta festa com meu marido, que deve estar a minha procura neste momento, e me encontro aqui, dançando, com um estranho mascarado. Mas admito que foi o melhor sentimento que já tive. Obrigo-me então a me afastar, deixando o cavalheiro sozinho dentre os casais. Procuro uma saída, para qualquer lugar que fosse longe daquele incrível homem. Vejo uma porta, e a atravesso, chegando a uma linda sacada, iluminada por lindas tochas, e pela luz da lua e das estrelas. Tento colocar meus pensamentos no lugar e deletar tudo que acontecera minutos atrás. Porém, ouço passos, e sei que são do homem misterioso. Sinto sua respiração perto de meu pescoço, e seu toque em meu ombro nu. Aquilo já era demais. Mas eu não estava satisfeita. Queria mais. Nunca quis mais, nem de meu próprio marido. Mas agora eu queria mais. De um homem que eu nem conhecia. E então, como se escutasse meus pensamentos e desejos profundos, ele segurou minha mão enquanto encostava os lábios quentes em meu pescoço. Eu tive mais.

Isabel Fortunato

08-09-14

10/Sep/14 - 17:37 Hours - Reblog - With 0 notes