(Source: waiting-to-sleep, via livingoffcourage)

10/Aug/14 - 0:23 Hours - Reblog - With 211787 notes

Emma Watson for Wonderland

(Source: xanis, via wolfstrk)

10/Aug/14 - 0:21 Hours - Reblog - With 113149 notes

Behind the scenes of Taylor’s Keds Photoshoot

(Source: theswiftsource, via eyesopen)

10/Aug/14 - 0:21 Hours - Reblog - With 1302 notes

willworkforkurt:

#idk i feel like there’s some kind of symbolism going on here  #but i can’t figure it out #it’s so subtle

(via livingoffcourage)

10/Aug/14 - 0:21 Hours - Reblog - With 1930 notes

É incrível pensar em como o desejo frenético por ser aceito afeta a maioria das pessoas. E péssimo pensar que muitas dessas pessoas não são bem aquilo que dizem ser, mas sim o que querem que elas sejam. Muitos culpariam talvez a mídia, que influencia a população no geral, a ser sempre do mesmo jeito. O jeito que eles acreditam ser o certo. Mas o peso não deve ficar apenas em cima dela. As pessoas são quem elas decidem ser. As ideias alheias só são absorvidas por mentes fracas. E sim, todos nós somos influenciados. Ninguém é como gostaria de ser, cem por cento do tempo. Fazemos coisas absurdas para agradar os que estão ao nosso redor, e nem paramos para pensar se tal ato faz parte de quem nós somos ou de quem a sociedade exige que sejamos. As aparências importam tanto, que os pensamentos individuais, as ideias, a maneira de pensar, muitas vezes são deixados de lado, pelo insensato medo do que os outros pensarão. Quantas palavras não são ditas, quantos amores são esquecidos, quantas piadas são feitas, apenas para se adentrar aos padrões do esperado? Milhões. O que você é quando está sozinho? O que você quer ser. O que você é. O que você é quando está com outros? O que querem que você seja. É incrível pensar que a imagem que os outros terão de nós nos incomoda mais do que quem realmente somos, e como fazemos de tudo para que estejamos dentro dos padrões aceitáveis. A máscara diária nos faz esquecer quem somos quando estamos sem ela. E cada dia mais, nos perdemos entre as mil identidades que criamos para nós mesmos. Será que um dia poderemos ser o que quisermos sem que alguém olhe em nossa direção e julgue o que quer que sejamos? Ou será que um dia seremos completamente engolidos por nossas personalidades alternativas até que nos perdemos inteiramente de tudo o que fomos um dia?

Isabel Fortunato

10/08/2014

10/Aug/14 - 0:17 Hours - Reblog - With 0 notes

Somos rodeados por 7 bilhões de pessoas. Entre elas, existem as poucas nas quais devemos confiar, e as muito poucas em que nos inspiramos, e as quais admiramos. Se for pra falar de defeitos, enchemos a mente de pensamentos e rancores e nos recordamos de todas as coisas que nos fizeram chorar, sentir raiva. Tudo que nos magoou e que não nos agrada flui rapidamente pelos lábios, sem pensar duas vezes. O mais difícil, é falarmos sobre as coisas boas. Sobre as coisas e pessoas que admiramos. Sobre o que nos faz aguentar qualquer mágoa, ao invés de deixar para trás. O tipo de pessoa que não te faz rir quando você chora, porque sabe que mais tarde o choro volta, e sim, o tipo de pessoa que te ampara e deixa de sorrir por um momento para nos dar uma palavra de carinho, um abraço apertado, um conselho de amigo. Admiro quem consegue olhar além de seu próprio umbigo pra pensar em como os outros se sentem. Quem procura não julgar nenhum de seus atos por mais errados e embaraçosos que sejam. Aqueles com quem você briga, mas sabe que nada vai mudar. Eu admiro o tipo de pessoa que luta contra os mais temíveis monstros, mas está sempre com a cabeça erguida e o escudo abaixado, tendo a coragem, para não se esconder deles, e sim, enfrentá-los de peito aberto. Admiro quem passa por tudo, e continua firme, em pé, sem desistir. Aqueles que sorriem apesar de tudo, e deixam seus problemas, preocupações, de lado, pra ouvir um amigo angustiado. É difícil de se falar sobre os pontos positivos, sendo que os negativos são muito mais perceptíveis. Mas apenas aos que não prestam muita atenção. Os que sabem, conhecem e se interessam, veem mais do que a maioria. Se inclinam mais a saber, a perceber, a sentir, e como consequência, a amar. Eu procuro perceber, entender e conhecer, e no final de tudo, procuro amar e melhorar em mim mesma, tudo o que admiro nas pessoas ao meu redor. Acredito que aprendamos com nossos erros e defeitos, e mas talvez mais ainda, com os acertos de alguém que nos chama a atenção. A admiração nos faz mudar. Nos faz querer ser melhor, e então, nos faz melhor. 

Isabel Fortunato 

09/08/2014

9/Aug/14 - 12:53 Hours - Reblog - With 0 notes

(Source: ialmostdo)

9/Aug/14 - 12:24 Hours - Reblog - With 1134 notes

(Source: englishsnow, via definitive)

9/Aug/14 - 12:24 Hours - Reblog - With 1913 notes

(Source: stefanoyeezy, via definitive)

9/Aug/14 - 12:23 Hours - Reblog - With 9508 notes
I gave wrong people the right pieces of me.
¬ (via jakuzarskey)

(via takemeback-)

9/Aug/14 - 12:23 Hours - Reblog - With 153586 notes